sexta-feira, 7 de maio de 2010

# 28 . out . 1909 #

Olá.
Sinto que te perco.
De repente, a estrada parece desaparecer num nevoeiro de dúvidas…duma incerteza que me confunde.
Não sinto o teu corpo…a tua presença um luz fraca…que parece afastar-se de mim.
Não sei o que esperar…agora.
Não sei se espero…ou continuo a procurar-te.
Não sei se devo estar atento…presente…em silêncio ou num alarido ternal.
Não sei se espero por um sinal teu…ou finalmente sigo em frente.
Não sei.
Apenas sei que corria para ti. Sempre.
Não te deixaria sozinha…lutando a teu lado contra tudo e todos.
Apenas sei isso.
Assim como não sei o que esperar.
Nada parece ter sentido.
Porque não me procuras?
Porque não corres para mim agora?
Sim…agora…que o mundo é mesmo um palco de aventuras…sem limites ou fronteiras que não seja apenas a vontade!
Mas que confusão é essa te leva para longe de mim?
O que muda de repente…quando tudo parecia finalmente ter um principio?
Talvez seja mais complicado do que penso.
Ou talvez seja eu a querer tudo de uma vez.
Talvez.

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